Neurologia
e Dor

Sobre

Avalia e trata as pessoas com sintomas nos nervos, medula, cérebro, tronco cerebral e cerebelo, principalmente dor,  dormência, formigamento, choques, perda de força, entre outros.

Nós somos os gestores (planejamos, decidimos, prevenimos, cuidamos ou não) do nosso corpo e quando algo não vai bem, um sinal de alerta é disparado. Pode ser uma dor de cabeça, uma dor pélvica causada pela endometriose, uma dor nos nervos gerada pelo diabetes ou por sessões de quimioterapia decorrentes de um câncer. Esses sintomas indicam que você deve procurar um neurologista especializado em dor.

Mas um neurologista por quê?

O médico com essa formação tem experiência em diagnosticar, através de uma conversa detalhada e exames neurológicos físico e complementares, as doenças ou condições que afetam o sistema nervoso central (cérebro, medula espinhal) e o sistema nervoso periférico (nervos). Além de ser o médico especialista mais indicado para fazer exames para testar as diversas modalidades da sensibilidade somática (da pele) ou visceral: tato, dor, vibração, temperatura, pressão, noção de postura e do movimento.

Em São Paulo (SP), a Dra Irina Raicher, graduada em neurologia pela Universidade de São Paulo (USP) e com título de área de atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira é capacitada e atua há mais de 10 anos em Neurologia e Dor.

Vamos conhecer, de maneira resumida, algumas dores tratadas pelos neurologistas?

Dor pélvica crônica é um dos sintomas que mais causam dores nas mulheres. Essa dor ocorre no sistema reprodutivo, no ventre, que pode ser sentida como cólica, aperto, pontada, sensação de queimação ou diversas maneirar personalizadas que cada paciente usa para descrever a sua dor. Umas das maiores causas da dor pélvica crônica é a endometriose que tem como principais características a dor crônica no local, infertilidade e dor durante a relação sexual. A dor pode ter componente inflamatório, de dor de nervo (neuropática, sensibilização central) e muscular (miofascial). Cabe ao especialista diagnosticar qual tipo de dor cada paciente apresenta e oferecer tratamento personalizado para cada tipo de dor.

Dor neuropática é uma lesão ou doença que atinge o sistema de dor (vias da sensibilidade), como se fosse um “curto circuito”, podendo ocorrer em qualquer local da via neurológica (nervos, medula ou cérebro) e causa dor em uma ou mais partes do corpo. A dor neuropática periférica pode surgir nas seguintes doenças: intolerância a glicose, diabetes, doenças reumatológicas (Sjögren, Lupus), insuficiência renal, alcoolismo, hipotireoidismo, hanseníase, infecção pelo vírus da imunodeficiência humana, uso de determinadas medicações (estatinas para o colesterol, quimioterapia para o câncer), exposição tóxica (mercúrio, chumbo, pesticidas, agrotóxicos, entre outros), deficiência de vitaminas, amiloidose, neuralgia pós-herpética, doença de Fabry, vasculite cutânea, dermatites e ganglionopatias (paraneoplásicas).

Dor de cabeça ou cefaleia é uma dor de intensidades e crises variáveis que muito provavelmente você já teve ou tem. Existem mais de 200 tipos diferentes dessa dor. Se ela é uma dor persistente, ou com características estranhas que chega a atrapalhar o seu dia a dia não deixe de procurar um diagnóstico de um profissional.

Lembre-se: você é o gestor do seu corpo. Caso sinta algum tipo de dor não negligencie. Entre em contato com a Dra Irina Raicher, do Espaço Sinestesia, e agende a sua consulta.

Texto escrito por Eduardo Lam, jornalista, registro 29349/RJ  e revisado pela Dra Irina Raicher CRMSP 129272.

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