O Melhor Caminho no Tratamento da Dor é a Educação

 em Dicas

Todos nós sabemos que o mundo de hoje é muito rápido e dinâmico. As informações chegam até nós em poucos cliques ou em pouquíssimos segundos. Enfim, vivemos uma vida muito mais corrida do que em décadas atrás. Isso tudo é fato. Mas na medicina o caminho não pode e não deveria ser o mesmo.

 

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Atendimento mais humanizado

Não é recomendado que uma consulta de um paciente com dor dure poucos minutos e, algumas vezes, com uma avaliação superficial do médico que sugere um determinado remédio. O doente quando vai ser atendido vem ao consultório cheio de preocupações da sua enfermidade e a dor faz com que o cérebro do paciente pense sempre no pior.

O simples fato de o médico ter uma atitude diferente, através de um diálogo aberto com o paciente, esclarecendo o que está acontecendo, educando, já irá tirar a angústia do enfermo e o tratamento tem mais chances de ser bem-sucedido. Sim, educar faz parte do tratamento.

Educar o paciente

Para um resultado mais eficaz, por que não “traduzir” o conhecimento médico? Fazer um desenho do tratamento, dar uma explicação mais detalhada, entregar por escrito todas as recomendações planejadas, mostrar que o tratamento em dor é multidisciplinar? Afinal de contas, o paciente não conseguirá guardar na memória a maioria das informações que foram passadas pelo médico na hora da consulta.

A importância da conversa

Além de educar sobre a enfermidade existente, o médico deveria conversar com o paciente. Perguntar a sua idade, sua profissão (algumas síndromes são mais específicas em determinadas profissões, você sabia?), seus hábitos, sua rotina, se toma remédios ou não, se já teve doenças passadas, mesmo as já curadas, afinal, muitas vezes o paciente se curou e não quer mais falar de alguma determinada doença do passado e essa informação pode ser muito importante na recomendação que o profissional irá dar.

Metas claras

O médico também deve traçar metas em conjunto com o paciente. Saber os objetivos de melhora do paciente para que os dois estejam alinhados para onde pretendem chegar.

Resultados mais eficazes

Se médico e paciente compartilharem decisões, a aderência do paciente ao tratamento, respeitando seu estilo de vida, será maior e, consequentemente, os resultados também poderão ser.

 

Texto de autoria de: Irina Raicher CRMSP 129272 e Eduardo Lam Jornalista Registro 29349/RJ.

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